Neste artigo iremos ensinar como localizar inventário extrajudicial. É muito importante que todos os cidadãos entendam como funciona o processo de inventário, heranças e de outros temas que rondam esse assunto, pois é inevitável que você passe por isso em algum momento de sua vida.

Mesmo após a morte, o cidadão passa por situações burocráticas já que seus bens, posses, heranças e dívidas devem ser divididas entre seus herdeiros (que costumam ser a família, ou então pessoas mencionadas em possíveis testamentos previamente assinados).

Apesar de soar complicado, a consulta do inventário extrajudicial não é tão difícil assim de ser realizada. Para isso, acompanhe nossas orientações atentamente e  você não deverá enfrentar dúvidas ou problemas.

De acordo com o novo Código de Processo Civil (CPC), existe o prazo de 60 dias para seu requerimento a partir da abertura da sucessão. Logo, se  você  ainda não deu entrada, essa é  a hora.

O CPC indica novos métodos extrajudiciais. Isso justifica a demora e burocracia do processo de inventário. A Lei nº 11.441/07, referente à essa  nova situação, segue moldes internacionais de desjudicialização.

A principal norma referente à essa prática diz que os notários são os aptos a criar e apresentar um inventário, já que as funções públicas que lhes foram cedidas constitucionalmente os tornam legalmente aptos a isso.

Por este motivo, estes profissionais devem realizar o processo  de  identificação, pauta e oficialização de acordo com a vontade das partes envolvidas.

Outra nova informação do CPC diz respeito à eficácia da escritura. Agora entende-se que a escritura pública é o que chamamos de ‘título hábil’ – assim, não depende de homologação judicial.

Agora ela poderá ser utilizada para qualquer ato de registro, além dos levantamentos de importância depositados em bancos e instituições financeiras. Tal medida visa evitar confusões e conflitos com bancos, tornando um procedimento mais simples e ágil.